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"Não temos homicídio em aberto": Bruno França destaca eficiência da Polícia Civil em Sorriso
Delegado Bruno França reforça o compromisso com a justiça e a marca de 100% de resolutividade em crimes contra a vida este ano.
Em entrevista coletiva concedida durante a localização do corpo de David Fernandes de Souza, o delegado da Polícia Civil, Dr. Bruno França, apresentou um balanço sobre os índices de violência em Sorriso neste primeiro quadrimestre de 2026. O delegado destacou que, apesar dos desafios impostos pelo crime organizado na região, a segurança pública tem alcançado resultados históricos no que diz respeito à elucidação de crimes contra a vida, mantendo uma resposta rápida e efetiva à sociedade.
O delegado ressaltou que Sorriso atingiu a marca de 100% de resolutividade nos homicídios registrados este ano. Segundo França, o caso de David, encontrado após quase um mês de desaparecimento, foi o 12º assassinato ocorrido no município em 2026. Ele explicou que, embora o volume de ocorrências não seja tão baixo quanto o registrado no mesmo período do ano passado, o dado mais relevante para a instituição é que não existe, no momento, nenhum homicídio em aberto na cidade. Todos os casos foram devidamente investigados e possuem autoria identificada.
Durante a fala à imprensa, a autoridade policial enfatizou o empenho das equipes de investigação para garantir que nenhum crime fique impune. França ponderou que o número de 12 homicídios "não é tão bom quanto o do ano passado, mas não é ruim", considerando o contexto de conflitos entre facções que muitas vezes motiva esses crimes. A eficiência em solucionar 100% dos casos é vista pela Polícia Civil como uma ferramenta fundamental para desencorajar a criminalidade e reafirmar a presença do Estado.
O delegado pontuou que o trabalho de inteligência tem sido crucial para manter esses números, permitindo que a polícia converta rapidamente investigações de desaparecimentos em inquéritos de homicídio quando necessário. Ao finalizar a entrevista, Bruno França reafirmou que a prioridade continua sendo o combate rigoroso às organizações criminosas e a manutenção da paz pública, garantindo que os responsáveis por crimes de sangue sejam identificados e levados ao sistema prisional, como ocorreu com os envolvidos no mais recente caso solucionado.