Professor de Sorriso é preso em Sinop após perseguir e tentar forçar ex-companheira a entrar em carro
Suspeito, identificado pelas iniciais G.C., teria saído de Sorriso até Sinop, invadido academia e perseguido a vítima até a frente de casa antes de ser detido pela Polícia Militar
Um professor da rede pública infantil de Sorriso, identificado pelas iniciais G.C., foi preso em flagrante na noite desta quarta-feira (18), em Sinop, após ser acusado de perseguir, ameaçar e tentar forçar a ex-companheira a entrar em um veículo contra a vontade dela.
De acordo com informações apuradas, o suspeito já vinha há algum tempo importunando a vítima, que decidiu encerrar o relacionamento. Mesmo após o término, ele teria continuado com comportamentos insistentes, incluindo ameaças e perseguições constantes, o que gerou medo e insegurança.
A situação se agravou quando G.C. foi até uma academia localizada na Avenida dos Pinheiros, onde a vítima estava. No local, ele teria invadido o espaço e tentado agarrá-la à força, com a intenção de colocá-la dentro de um carro. A mulher conseguiu pedir ajuda, e a Polícia Militar foi acionada.
Segundo o cabo Adriano, da Polícia Militar, ao chegarem à academia, o suspeito já havia deixado o local. Durante o deslocamento da vítima até a delegacia para registro da ocorrência, familiares informaram que G.C. estaria em frente à residência dela. As equipes se dirigiram até o endereço e encontraram o suspeito, que foi abordado e preso.
“A situação pode configurar crimes como ameaça e importunação. Ele saiu de Sorriso até Sinop para perseguir a vítima. Diante dos fatos, realizamos a prisão e encaminhamos o suspeito à delegacia”, relatou o policial.
Ainda conforme a polícia, G.C. atua como professor e apresentava comportamento considerado possessivo, o que aumentava o risco à integridade da vítima.
O caso chama atenção para a gravidade de situações envolvendo perseguição e violência contra a mulher, que muitas vezes começam com ameaças e evoluem para episódios mais graves. O suspeito permanece à disposição da Justiça, e o caso será investigado pela Polícia Civil.